O que me diria então se dissesse eu a ti que também me veio tudo assim num sopetão só desses que se os dedos não acompanham sai tudo errado e nem ponto dá tempo de pôr? Em menos de três ou dez minutos escrevi tudo que me passava pela cabeça mas eu fui um tanto fraco pois aqui tem pontos em demasia. Minha inspiração não está tanto pra tão pouco ponto, contudo conto com tudo quanto é conto de réis de inteligência para jogar fora da minha inspiração esse tonto (tanto) de ponto que me veio aparecendo. Por que se a gente diz é tudo assim mesmo direto e se a gente dá tempo pra pensar acaba dizendo asneira e é aí que a merda vem feita, a gente diz o que não quer por que pensa o que não quer mas aí a gente diz e como se diz palavra dita não volta atrás, é como flecha lançada. Meu intuito não é seguir essa mesma linha que tu (bródi véio!) já que nem pude não parar para respirar por aqui (e já o fiz bastante) mas é que a meu ver foi muito apropriado ter lido isso que tu escreveste que pareceu fluir tão natural de modo que me tinha acabado de sair tanta coisa ao natural e quase da mesma maneira. Na verdade isso foi só uma vontade de mandar um abraço de um jeito mais ao natural possível bem diferente dos parabéns de aniversário que a gente tá acostumado a receber de quem trocamos menos de três bons-dias por mês e ainda assim temos que abraçar o infeliz que na verdade nem sabia que dia era nosso aniversário, só por quê alguém contou.
E se vou fazer aqui um parágrafo é só pra dar um tom de destaque para o que vim dizer: abraços, meu velho!
Mostrando postagens com marcador Homenagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Homenagem. Mostrar todas as postagens
sábado, 14 de novembro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
Goiânia
Sou goiano.
Mais especificamente,
anapolino,
mas de preferência
goianesiense
(de Goianésia)
com todo orgulho
de ser de tão interior assim.
Uma parte de mim
é também
goianiense
(de Goiânia),
algo que habita em mim
como um dia
habitei em Goiânia.
As pessoas
me são muito caras,
e por isso,
a cidade me é cara,
também.
É linda, se vista
pelos meus olhos.
Um humilde parabéns
76 anos,
poucos anos,
mas valiosos,
que cultivaram
tantas boas coisas
uma gigante
no interior do Brasil.
Mesmo longe,
sou seu filho.
Sempre.
Mais especificamente,
anapolino,
mas de preferência
goianesiense
(de Goianésia)
com todo orgulho
de ser de tão interior assim.
Uma parte de mim
é também
goianiense
(de Goiânia),
algo que habita em mim
como um dia
habitei em Goiânia.
As pessoas
me são muito caras,
e por isso,
a cidade me é cara,
também.
É linda, se vista
pelos meus olhos.
Um humilde parabéns
76 anos,
poucos anos,
mas valiosos,
que cultivaram
tantas boas coisas
uma gigante
no interior do Brasil.
Mesmo longe,
sou seu filho.
Sempre.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Homenagem à uma distante conhecida
É estranho pensar que em algum lugar, já nos encontramos, e que nos cumprimentamos, nos demos as mãos, essas coisas tão simples. No início, era só uma notícia pavorosa, repugnante. Algo distante, ainda que tenha acontecido tão relativamente perto. Depois, tudo se encaixou. Não era uma simples notícia, mas sim, uma conhecida, um alguém, e não um fato. Não estou a dizer que erámos próximos, talvez você nem se lembrasse de mim. Tínhamos amigos em comum e assim nos conhecemos, e nos tornamos o que seríamos para sempre: conhecidos.
A princípio fiquei tentando relembrar tudo que me remetesse a você, tentando sentir que éramos mais do que conhecidos e me chocar mais com a notícia. Mas vi que isso era idiotisse. Tudo é por si só bizarro, digno de choque, digno de vergonha.
E me sinto ainda mais estranho agora, um estranho prestando uma homenagem. Mas não é merecida? Uma homenagem que não é carregada de toda carga sentimental de um amigo, ou de um familiar, mas sim, uma homenagem solene de alguém distante, que só quer se desculpar, por toda humanidade, que deixou em você todo o peso do mundo, incapaz de ser suportado, pelas tolices e frivolidades que regem uma multidão. Você foi, deixando a marca de que seres tão evoluídos que nos julgamos, ainda não somos capazes de nos distinguir de bois e vacas, sempre a caminhar, sem saber por quê e nem para onde ir.
E como não podia deixar de ser, meus sinceros desejos de que esteja tudo em paz onde você esteja, e que todos os realmente próximos possam acordar a cada dia mais confortados, capazes de seguir em frente sem deixar para trás o que você deixou a eles.
-------------------------------------------------------------------------
Uma breve homenagem a Deinha, como sempre a conheci!
Vá em paz.
A princípio fiquei tentando relembrar tudo que me remetesse a você, tentando sentir que éramos mais do que conhecidos e me chocar mais com a notícia. Mas vi que isso era idiotisse. Tudo é por si só bizarro, digno de choque, digno de vergonha.
E me sinto ainda mais estranho agora, um estranho prestando uma homenagem. Mas não é merecida? Uma homenagem que não é carregada de toda carga sentimental de um amigo, ou de um familiar, mas sim, uma homenagem solene de alguém distante, que só quer se desculpar, por toda humanidade, que deixou em você todo o peso do mundo, incapaz de ser suportado, pelas tolices e frivolidades que regem uma multidão. Você foi, deixando a marca de que seres tão evoluídos que nos julgamos, ainda não somos capazes de nos distinguir de bois e vacas, sempre a caminhar, sem saber por quê e nem para onde ir.
E como não podia deixar de ser, meus sinceros desejos de que esteja tudo em paz onde você esteja, e que todos os realmente próximos possam acordar a cada dia mais confortados, capazes de seguir em frente sem deixar para trás o que você deixou a eles.
-------------------------------------------------------------------------
Uma breve homenagem a Deinha, como sempre a conheci!
Vá em paz.
Assinar:
Postagens (Atom)
